Paratletas de Caraguatatuba brilham: 14 medalhas no JEESP elevam o esporte paralímpico local

O time paralímpico de natação de Caraguatatuba conquistou 14 medalhas nos JEESP 2025, com seis ouros e índices para os Jogos Nacionais; destaque ao protagonismo juvenil e à inclusão no esporte local.

Entre 30 de junho e 4 de julho, a equipe de paratletas de natação de Caraguatatuba se destacou nos Jogos Escolares do Estado de São Paulo (JEESP), realizados no Centro de Treinamento Paralímpico (CTP), em São Paulo. O grupo do programa Inclusão e Movimento — que integra as secretarias de Direitos da Pessoa com Deficiência, Esportes e Educação — conquistou 14 medalhas: seis de ouro, cinco de prata e três de bronze.

Cinco atletas bateram índices de tempo nas suas provas, abrindo caminho para integrar a seleção paulista nos Jogos Nacionais de novembro. Entre eles:

  • Arthur Demétrio, 13 anos (B/S‑10): ouro nos 100 m borboleta e 50 m livre; prata nos 100 m livre e costas; índice em todas, exceto no 200 m medley.
  • Beatriz Janete, 11 anos (A/SB‑6): ouro nos 50 m peito e índice obtido.
  • Flávio Guilherme, 17 anos (C/S‑11): ouro nos 50 m e 100 m livre.
  • Thauan Rioli Cândido, 17 (C/S‑10): prata nos 50 m livre e costas.
  • Lívia do Carmo, 10 (A/S‑8): ouro no 50 m peito; prata no 100 m livre; bronze nos 50 m livre e costas.
  • Daniel Segurado, 13 (B/S‑14): bronze no 100 m livre.
  • Enzo Cavalcante, 11 (A/S‑9): compôs as provas de 50 m livre, costas e 100 m livre.

💬 Depoimentos e os técnicos

Os técnicos Thiago Intrieri, Fernando Santos e Lucas Santos acompanharam a delegação na capital. Intrieri destacou a estreia positiva da maioria dos atletas: “tiveram contatos com outros paratletas… se divertirem também”. Lucas celebrou a troca de experiências e o ambiente enriquecedor: “foi muito diferente enriquecedor e gratificante”, enquanto Fernando reforçou a missão de motivar os atletas a acreditar no próprio potencial.

  1. Investimento em inclusão e esporte: o programa mostra impacto real ao combinar saúde, educação e prática esportiva inclusiva — reforçando políticas públicas eficientes.
  2. Contraponto à desigualdade de gênero e idade: com jovens de 10 a 17 anos (cinco meninos e duas meninas), o projeto demonstra equidade de oportunidades.
  3. Formação de talentos: o cumprimento de índices aponta para um caminho estruturado até os Jogos Nacionais, fomentando o desempenho esportivo local.
  4. Relação escola – esporte: a presença de técnicos em grandes centros como o CTP revela investimento em capacitação e profissionalização.
  5. Continuar crescendo: para manter o ritmo, é essencial garantir apoio contínuo: apoios técnicos, fisioterápicos, transporte, competições e estratégias de retenção dos talentos.

Fonte: Prefeitura de Caraguatatuba/SP