Os 7 embates entre Flávio e Lula que marcaram

No primeiro debate presidencial do segundo turno e, simultaneamente, primeiro confronto direto entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dois candidatos à Presidência protagonizaram um embate focado mais em acusações do que propostas para os próximos quatro anos de Brasil.

Ao longo do debate promovido pela TV Bandeirantes neste domingo (18), em parceria com o jornal Estadão e as emissoras de rádio e televisão Cultura, Gazeta e Jovem Pan, Lula e Flávio trocaram acusações sobre segurança pública, casos de corrupção, gestão da saúde pública, inquéritos policiais e alianças políticas.

Abaixo, confira os principais embates entre eles.

“Eu abro da minha família inteira e você abre da sua família” x “O seu dinheiro é por fora sempre”

No terceiro e último bloco do debate, Lula lançou um desafio a Flávio: “Eu desafio você, os Bolsonaro e eu, amanhã, abrirmos nossa conta bancária, abrirmos nosso sigilo para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão nesse país”.

“Abrir o telefone, o sigilo de telefone, a sua conta bancária. Eu abro da minha família inteira e você abre da sua família”, continuo o petista.

Flávio rebateu: “Eu não tenho absolutamente nada a esconder. Só que a questão, Lula, é que o seu dinheiro é por fora sempre. Não está na sua conta, está em algum outro lugar”.

“Por que 73% dos presidiários votaram em você?” x “Eu quero que votem 100%. Até teu pai”

Durante um embate sobre segurança pública, Flávio disse que a criminalidade explodiu durante o governo de Lula.

“Inclusive, você pode explicar por que 73% dos presidiários votaram em você?”, questionou.

Lula rebateu: “Eu quero que votem 100%. Até teu pai. Teu pai pode votar em mim. Ele te conhece, ele sabe que eu sou melhor do que você”.

“Ele colocou três ministros, um mais mequetrefe que o outro” x “Pandemia de assassinatos”

Em um dos tópicos mais inflamados do debate, Lula questionou as ações da gestão de Jair Bolsonaro à frente da pandemia da Covid-19. “A sociedade brasileira viveu um pânico. A única coisa que ele tinha que fazer era escutar os médicos. Não podia tomar cloroquina, não podia faltar vacina”, disse Lula.

“Ele colocou três ministros, um mais mequetrefe que o outro, então tivemos mais de 600 mil pessoas que morreram nesse país”, disse o presidente.

Flávio fez um mea culpa sobre a responsabilidade do pai na condução da resposta ao vírus, mas rebateu: “De fato, a saúde não foi uma área que teve melhor resultado na gestão Bolsonaro, faç

Redação JORNAL AGORA
Imagens: Divulgação