E no Corinthians? Seedorf tentou mudar hino e vetar

Quando veio ao Brasil, Clarence Seedorf mudou o patamar do Botafogo. Porém, se conseguia decidir partidas dentro de campo, com toda a sua qualidade técnica, o holandês causava muitos problemas fora dele.

Ainda como jogador, Seedorf quis fazer uma série de mudanças no Glorioso , seja na rotina dos atletas, funcionários e até no hino do clube. Segundo ele, a palavra “perder” não poderia aparecer — o trecho em questão é: “Não podes perder, perder para ninguém” — no hino do clube.

A solicitação, obviamente, não foi atendida e gerou atrito imediato com a diretoria do Botafogo. Veja abaixo alguns dos pedidos de Seedorf no Botafogo!

Aconselhava os jogadores a não usarem chinelos para ir aos treinos;

Aconselhava os jogadores a não usarem chinelos para ir aos treinos;

Queria trocar a linguiça suína pela bovina na alimentação dos atletas;

Queria trocar a linguiça suína pela bovina na alimentação dos atletas;

Não permitia a presença de dirigentes no vestiário em dias de jogos, pois entendia que aquele espaço deveria ser exclusivo dos jogadores;

Não permitia a presença de dirigentes no vestiário em dias de jogos, pois entendia que aquele espaço deveria ser exclusivo dos jogadores;

Defendia o uso de voos fretados para viagens de longa distância;

Defendia o uso de voos fretados para viagens de longa distância;

Solicitou ao clube a formação de uma equipe médica multidisciplinar, composta por clínico-geral, fisioterapeuta e especialista em medicina esportiva;

Solicitou ao clube a formação de uma equipe médica multidisciplinar, composta por clínico-geral, fisioterapeuta e especialista em medicina esportiva;

Não gostava da frase “Não podes perder, perder para ninguém”, presente no hino, pois considerava que deveria haver uma referência à vitória;

Não gostava da frase “Não podes perder, perder para ninguém”, presente no hino, pois considerava que deveria haver uma referência à vitória;

Recomendava que os jogadores evitassem comer feijão antes das partidas, por acreditar que o alimento os deixava mais pesados;

Recomendava que os jogadores evitassem comer feijão antes das partidas, por acreditar que o alimento os deixava mais pesados;

Orientava os roupeiros a disponibilizarem as camisas nos cabides, em vez de dobrá-las, por acreditar que o uniforme amassado prejudicava o desempenho dos atletas.

Orientava os roupeiros a disponibilizarem as camisas nos cabides, em vez de dobrá-las, por acreditar que o uniforme amassado prejudicava o desempenho dos atletas.

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Redação JORNAL AGORA
Imagens: Divulgação