Confira como Ilhabela celebrou cultura afro-brasileira, ancestralidade e resistência nos dias 12 e 13 de julho, com oficinas, capoeira, festival Kalunga e histórias no projeto Fio de Conta.
No último 12 e 13 de julho de 2025, Ilhabela promoveu ações que celebram a cultura afro-brasileira, reforçando pertencimento, arte, memória e resistência em territórios periféricos da cidade.

Oficina “Patuá é proteção, carinho e ancestralidade”
Realizada no Museu de Cultura Afro‑Brasileira, na Fazenda Engenho D’Água, sob condução da artista Daniela Aquino. A atividade mostrou a força dos bordados afetivos, com foco em empoderamento feminino e conexão ancestral.

Vivência de Capoeira
Com o projeto Capoeira Capoeiragem – Semear pela Cidade, o Mestre Bisouro liderou roda pública com atabaques, agogôs e pandeiros, ressaltando a capoeira como resistência cultural. O mestre afirmou:
“…o que importa é ter a nossa cultura sempre viva”.


Festival Kalunga – Arte, memória e resistência
Na Escola Júlio Cezar de Tullio, o evento valorizou territórios periféricos como a comunidade do Zabumba. Houve rodas de conversa, música, dança, oficinas e a ceremonial anguzada — culminando em discotecagem, baile charme, poesia, rimas e show do pagode Firma Ponto.
Projeto “Fio de Conta” – contação de histórias
Com leitura de contos afro-brasileiros, ilustração e música ao vivo, encantou famílias com narrativas sensíveis ligadas à identidade e ancestralidade.
Todas as ações foram viabilizadas pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB 2024), com apoio da Prefeitura e Secretaria de Cultura.
Impacto na comunidade
Mais do que um evento, o fim de semana reforçou que arte, educação e memória transformam territórios, conectam gerações e fortalecem as raízes afro-brasileiras de Ilhabela.
Fonte: Prefeitura de Ilhabela/SP


