Presidente do Fluminense ataca arbitragem após derrota

Mattheus Montenegro contestou decisões do árbitro Rafael Klein e do VAR após o Fla-Flu, e o clube formalizou as reclamações em nota oficial

Mattheus Montenegro contestou decisões do árbitro Rafael Klein e do VAR após o Fla-Flu, e o clube formalizou as reclamações em nota oficial

A derrota do Fluminense para o Flamengo por 1 a 0, neste domingo (11), no Maracanã, provocou uma forte reação da diretoria tricolor. Após o clássico pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o presidente Mattheus Montenegro se manifestou contra a arbitragem e usou palavras duras para demonstrar sua insatisfação com as decisões da equipe comandada por Rafael Rodrigo Klein.

O dirigente concentrou suas críticas em três jogadas: uma entrada de Erick Pulgar sobre Rodrigo Castillo, no primeiro tempo, e dois lances na área rubro-negra durante a etapa final. Na avaliação do presidente, o Fluminense foi prejudicado pela falta de punições mais severas e pela ausência de marcações de penalidades.

“Para ficar claro: a arbitragem foi um lixo. Uma merda. Um lixo, uma merda”, disparou Montenegro, antes de questionar a atuação do VAR, sob responsabilidade de Daniel Nobre Bins.

Entrada de Pulgar aumenta reclamações do Tricolor

Aos 30 minutos da etapa inicial, Pulgar acertou o joelho de Castillo em uma disputa de bola. O atacante do Fluminense precisou de atendimento após sofrer um corte na região, mas o árbitro manteve o cartão amarelo aplicado ao volante chileno.

A equipe de arbitragem de vídeo não recomendou uma revisão do lance no monitor. Posteriormente, PC Oliveira, comentarista de arbitragem da Globo, considerou que o jogador do Flamengo deveria ter sido expulso.

Montenegro também criticou a condução da jogada e questionou a ausência de uma intervenção do VAR.

“Eu vi agora o joelho do Castillo, está com a marca da trava da chuteira. Eu pergunto: cadê o VAR? Estava dormindo?”, declarou o presidente.

Dirigente contesta lances na área do Flamengo

As reclamações do Fluminense continuaram no segundo tempo. Aos 11 minutos, o clube pediu pênalti após uma disputa entre Castillo e Léo Ortiz. Mais tarde, aos 28, os tricolores questionaram um contato de Alex Sandro com Savarino dentro da área.

Nenhuma das duas jogadas resultou em penalidade. Para Montenegro, as decisões tiveram peso no resultado do clássico.

“Depois, houve dois pênaltis. Um no Savarino e outro no Castillo, que o Léo Ortiz chega com a sola. Quando você vê um jogo desta importância, com uma expulsão e dois pênaltis como você

Redação JORNAL AGORA
Imagens: Divulgação