A execução a tiros de Klaus Viana Munch evidencia fragilidades na segurança pública de Ubatuba, apesar da declaração da prefeita de que é “a mais segura da região”. Entenda os riscos reais e o que está por trás desse contrassenso.
Na tarde de uma quinta-feira, o empresário Klaus Viana Munch, mais conhecido como Pepão, de aproximadamente 64 anos, foi executado a tiros dentro de uma galeria comercial na movimentada Avenida Leovigildo Dias Vieira, em Ubatuba. Fischer o descreve como uma morte “cinematográfica”, chocando moradores e comerciantes. As imagens que circulam mostram o suspeito agindo com frieza, o que contribui para uma atmosfera de medo e insegurança.

Embora o crime tenha ocorrido em área central, Ubatuba mantém o discurso de que é “a cidade mais segura da região”, reafirmado pela prefeita em diversas ocasiões. No entanto, a brutalidade e a visibilidade dessa execução desafiam essa narrativa e levantam questões cruciais:
- Falta de prevenção e policiamento eficaz: a ação aconteceu em plena luz do dia, o que indica falhas sérias no sistema de inteligência e na distribuição de efetivo policial.
- Sensação de impunidade: a execução em local público reforça a impressão de que criminosos se sentem confiantes para agir sem receio de serem punidos, minando a sensação de segurança comunitária.
- Credibilidade institucional em jogo: a disparidade entre o discurso oficial e uma tragédia tão evidente enfraquece a confiança da população nas autoridades municipais e no comando da segurança local.
Essa tragédia não apenas marca um ponto crítico na história recente de Ubatuba, como escancara uma urgente necessidade de revisão estrutural nas políticas de prevenção ao crime, como:
Integração mais efetiva de inteligência policial com as comunidades
Reforço de videomonitoramento com segurança adequada
Ampliação de rondas em horários de maior movimento
Assista a fuga, clicando aqui

